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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Pausinha Snifffffff!!!!

                                        Ser blogueira !!! responsabilidade!!! criatividade!!!!
Parabenizo, quem consegue manter seus bloguitos, mas a vida quadrupla.

O blog , também, precisou, só por agora, não vou deletar, pois volto pra acompanhar, as novidades, e logo , retomar quem sabe o mais rápido possível.

Estarei sempre aqui!!!
Beijinhos!!!


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Que tempo é esse ?


Estamos vivendo longos períodos de baixíssima umidade relativa do ar, em níveis bem inferiores ao mínimo de 50% recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Muitas pessoas acabam sofrendo com os efeitos do tempo seco: eu particularmente como sabem sou da construção civil  e confesso tem  dias, que só Gjuis, nas causas, por mais que chova , no final  do dia ou a noite, sofro com sangramentos no nariz, olhos irritados, rinites, sinusites, dores de cabeça e outros males são comuns , e imagino que muito mais pessoas , passem por isso. A pele perde a oleosidade natural, os cabelos e os lábios ressecam. Além de ingerir muito líquido, é preciso lançar mão de certos cuidados para manter a sua beleza em dia.e a dica aqui é a de sempre, nem.

Além de utilizar o filtro solar em áreas expostas, como face, colo, mãos e braços, importante evitar banhos muito quentes e exposição solar de 10h às 17h. Outra boa dica é colocar bacias com água, toalhas molhadas e umidificadores dentro de casa, durante todo o dia e à noite, antes de dormir. No que diz respeito à sua beleza, para enfrentar o tempo seco, as clínicas de estética colocam à disposição um verdadeiro arsenal pró-hidratação.

Então meninas vai aqui meu recado , llíquido, um belo óculos de sol,uma rou´pitcha confortável, e é claro muito charme, arrasa! mesmo neste tempo.
Pra quem pode  Claro!!!!!



Beijos!!!!!






domingo, 31 de julho de 2011

....... ME DANDO UM TEMPO...e....RELEMBRANDO


´´As vezes é preciso dar um tempo ao pensamento, controlar melhor tarefas diárias.
 E quem sabe  assim , volto até mais rápido  com a imaginação aos ventos .
Não pessoas  não tenho nenhum problema sério , só acho que devo sim satisfações por aqui .
Desde que este cantinho foi criado minha vida só melhorou ,  não quero e nem posso deixar de vir aqui, mas isso também não me dá o direito de deixar o Blog """ ás moscas""", sei que não sou obrigada á postar diariamente , mas.... diariamente passo por aqui   confiro  , visito,  cantinhos que sempre me inspiraram,me aconselham.
Isso não quer dizer que, vou demorar , um dia, um mês, uma semana.
Posso até voltar daqui á um segundo  , ou á um minuto.
Mas de tenho uma certeza , O cantinho estará sempre aqui..... e ... eu também.



Pra não esquecer   vamos relembrar este post?



Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
Boa noite pessoinhas lindassssssssssssssss. hoje resolvi mandar um momento reflexão e sem esquecer de dar créditos ao verdadeiro autor do texto claro.
Meus post´s de reflexão sempre tem algo onde me encontro ou relembro alguma situação.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
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